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Política

há 1 semana

'Cartas marcadas' e 'democracia salva': deputados avaliam Bolsonaro réu no STF

Camila Jara e mais três parlamentares comentaram a ''derrota'' do ex-presidente

26/03/2025 às 18:06 | Atualizado 26/03/2025 às 18:10 Thiago de Souza
Deputados criticaram e defenderam Bolsonaro - Alice Assis, Fellipe Sampaio - STF e André de Abreu

Dos oito deputados federais por MS, quatro se manifestaram pelas redes sociais, após Jair Bolsonaro se tornar réu no STF, acusado de tentar golpe de estado, nesta quarta-feira (26). A guerra de narrativas que permeia as redes sociais também está no posicionamento dos parlamentares. 

Marcos Pollon (PL) viu ''injustiça'' no julgamento e repostou uma publicação do PCO (partido de esquerda) em que fala da ação arbitrária do Supremo. O deputado é fiel aliado de Bolsonaro e, por diversas vezes, criticou a denúncia contra ele. 

Rodolfo Nogueira (PL) foi enfático nas críticas e disse que Moraes agiu com crueldade e deboche. Ele participou de oração junto do ex-presidente, momentos antes do segundo dia de julgamento. 

Nogueira, o ''Gordinho do Bolsonaro’’ publicou uma manchete do site UOL e inseriu na capa do post cartas de baralho com os rostos dos cinco ministros que votaram por botar o ex-presidente no banco dos réus. 

''Cartas marcadas'', disse Nogueira ao comentar matéria que dizia que a decisão se deu por unanimidade. 

PGR não demonstrou crimes, dizem aliados (Foto: Antônio Augusto -STF)

O deputado e médico Luiz Ovando não fez postagem sobre o caso. Mas, há poucos dias comentou que a acusação contra Bolsonaro é um ''colapso sem precedentes'' e vê ''perseguição política se tornar cada vez mais evidente''. 

Ainda segundo Ovando ''o relatório alega, sem provas concretas, um suposto plano para impedir a posse de Lula''. 

PT 

A deputada Camila Jara (PT) foi enfática e escreveu em letras garrafais: ''Bolsonaro é réu'', no Instagram. 

''A denúncia é um marco na apuração de possíveis ações contra a democracia no Brasil'', avaliou a parlamentar.  

A bancada do Senado não fez manifestações no Instagram, rede social atualmente mais utilizada pelos políticos.

O espaço segue aberto.